quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


31/5/2012

Numa madorna débil 
Num gemido inocente
Corre um pranto inútil
Que em mim se instalou
Leva meus sonhos... A corrente
Segredando à grama minha dor latente
Ligeira sedosa de subtil beleza
Desliza fresca e potente
Leva minhas lágrimas
De uma amarga maldição
Que  minha vida albergou

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