quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


30/5/2012

Minha alma  está perdida
Em minha mente doente
Revolta e amargura frenéticas
Rodopiam alegremente 
Um tumulto de palavras aprisionadas
Penetram minha garganta 
Como espinhas encravadas
E nesta escuridão sem razão de ser
Minha alma está  perdida
E vagabundeando sem rumo
Esqueceu a magia que é  sonhar
Desalentada, alienada ergo meu olhar
Vejo em Ti a luz do mundo
E almejo desesperadamente a Tua mão
E uma doce tranquilidade 
Penetra meu coração
Rendida sigo-TE  sem temer
Eternamente grata, bendigo a felicidade 
Que é Viver

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