quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


3/8/2012

Solfejando trovas embalo sonhos
Num navio imaginário à deriva
Naufraga desta maré onde me afoito
Entre a turbulência e calamidade
Fico olhando o mar e arbitro
Neste oceano de dor e grito
Jamais a navegar quero voltar

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