sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Solidão


Enxergo o que de nós restou...Nesta sofrida jornada por  fim 
Amor  infecundado numa esperança abandonada
Canções esquecidas, retratos e palavras rasgadas
Dois seres vazios, duas almas separadas...
Dois corações fustigados, abandonados, maltratados
Enxergo o que restou, de um sonho que começou numa tarde cálida de verão
E... tristemente entendo...de nós apenas ficou recordações e solidão.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Seres Alados


Bendita vós seres alados
Que livres voam por espaços divinos
Em terno enlevo decobrem o mundo
Na amplidão de alma pura
Em viciado deleite de flor em flor
Embriagam-se de amor
Desconhecendo  o sabor do pecado imundo

domingo, 20 de outubro de 2013

Existência



Em cada dia senti o pulsar da vida
Palmilhando caminhos direitos ou às avessas
Numa jornada sem pressas
Por hoje...Pintei minha vida de mil cores
E no limiar da nostalgia roubei a chave à alegria
Bendigo meu nascimento; lambendo as feridas do dia a dia
Deixei-as dormindo uma a uma...e hoje; só por hoje...
Não faço... nem espero... promessas

Amigo...



"Autor Desconhecido"

O doce sabor da amizade

 Para visualizar, clicar nos links por favor


Amigos fazem-se sentir presentes mesmo que ausentes...
Todos vós me fizeram sentir especial neste meu dia. Com as vossas palavras, com os vossos mimos, com um tão doce   // Beijo doce de ...PARABÉNS!// ....A minha vida  ganhou cor....Grata e feliz por vos ter em minha vida.
Obrigada!!!!

Apesar de guardar neste meu cantinho apenas alguns dos presentes que recebi de vós. Todos!! estão aqui representados TODOS!!!





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https://www.facebook.com/ana.sousasimoes/posts/598805460183086?comment_id=5483291







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Beijo doce de...PARABÉNS!!!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Confiança



Como é simples e maravilhoso conviver com os "irracionais"...

Cansei...



Cansei de guiar-me á luz de um Deus maior descompadecido
Limar arestas almejando a perfeição de uma vida insipita e sem cor
Usar máscara de sorriso ocultando a dor esperando um paraíso desconhecido
Cansei travar  gestos e palavras pra não ferir, cansei de  ler/escrever  nas entrelinhas
De  pintar minha vida em tela alva e fria,  onde fontes de beijos e abraços  
Secam desprovidos de desejo e de desenlaçados laços
Cansei sentir meu chão fugindo de mim e de uma vida não regada
Jamais provar o fruto de uma árvore por mim nunca semeada..

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Só...



Hoje, num impulso de agonia e dor lancei ao mar  doces recordações..Todas!
Entre imagens, palavras beijos e canções reavivávam negras ilusões
Hoje, aqui esquecida em dor afogada já não espero mais nada

Ultima Mensagem


E numa tarde cálida de Outono, chegou finalmente a mensagem... Vinha fétida e seca, escrita em sentida caligrafia, falava de dor, desprendimento despedida, separação  As palavras fluíam em sua mente já gasta, removendo do coração e  da alma, qualquer ilusão.. E na dureza de amargos sentimentos revivia memórias de  doces momentos
Numa percepção realista, deixou os sonhos de lado e guardou para sempre aquele pedaço de vida, viajado por mil mares  nunca por ela navegados... hoje, cansada com tudo acabado, espera docemente numa cadeira sentada,  o que a vida ainda lhe possa oferecer... e ela possa receber...
 porque a esperança só acaba depois de morrer.

É tarde...




É tarde...já se foi o tempo de profundos momentos
Em misterioso silêncio levados para destino incerto
Soterrarei a dor em gritos abafados, de  sentidos  atribulados
Sonhos devaneios ou pesadelos... de lágrimas por mim molhados
Afloro as palavras que me prenderam... abro meu peito e deixo-as voar
Choro sentimentos que um dia me tocaram de passagem
Invento significados para o que nao usufruí  por direito
E numa morte antecipada... guardarei lembranças de um principe (in)perfeito

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O meu balancé...

Quero a magia do doce balançar de um balancé 
Meus cabelos ao vento senti-los voar 
Meu rosto de menina o sol beijar
Voar no tempo e deixar-me levar
Quero a magia do doce balançar de um balancé
Sentir-me princesa numa estória de encantar
Canções de roda cantarolar
Abrir meu peito e deixar-me voar
Quero a magia do doce balançar de um balancé
Conhecer a inocência do verbo amar 
Soltar as grilhetas que me estão a sufocar
Na inocência de menina  a vida conquistar
Num doce balançar de um balancé

sábado, 12 de outubro de 2013

Panticosa/ Huesca. Pirinéu Aragonês



Num baloiçar moderando deixámos Panticosa para trás, predispostos a mais uma caminhada.
Era uma tarde de Verão, fazendo-se sentir um calor tórrido, mas a paisagem merecia qualquer esforço.
Lá no cume, uma paz mais ampla esperava por nós.
Manadas de cavalos povoavam os maciços montanhosos, espreguiçam-se no frescor temperado dos prados verdejantes, sem deixar que a nossa presença os incomode.
Escondidos, no coração labiríntico das montanhas, dois lagos glaciares de águas verde-jade, surpreendem nosso olhar.
Do alto avisto o serpenteado caminho percorrido, com alguma nostalgia, dou-me conta que em breve o voltarei a palmilhar, deixando para trás tanta beleza quase inviolada. 
Sobre nós, sobrevoam grifos de olhar atento buscando uma refeição.
E sobre o tecto azul de um céu limpo, no sopé das montanhas, absorvo e guardo em mim esta beleza vital.











Nas asas de um sonho...



Em estado de fascínio e emoção
Avisto horizontes do que não sou... e do que sou sem saber 
E, tal borboleta que suga esfuziante o néctar da flor
Deixo-me embriagar nesta doce-amarga afeição
Esqueço o lugar a que pertenço; rendida ao fascínio da atraccão
Perdida numa enseada desconhecida; onde habita felicidade e dor
Entre lágrimas e sorrisos, almejo  o aplacar desta ilusão
Que circula de passagem em  meu débil coração.