quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


15/9/2012

Dança de esperança
Que alimenta minha alma
E liberta meus anseios

14/9/2012

Nesta aparente alegria
Mascaro a dor de cada dia
E num choro abstracto
Mostro as lágrimas 
Que não sabeis que um dia derramei

13/9/2012

Onde fica a privacidade ? hum?
Ai estes fotógrafos abelhudos...


12/9/2012

Derrubem-se as sebes orgulhosas
Que destroem afectos e descuidam a paz
Busquem nas sombras rancores imergidos
Fasquia a fasquia construam amor
Desenterrem mágoas e raiva irada
Recolham afectos, beijos e abraços
Com tais sentimentos construiremos a paz

11/9/2012

De súbito do nada...
Uma miragem...
Príncipe encantado?... Cavaleiro andante?...
E a estranha visão, liberta um sorriso
Sigo-o com o olhar, invejando sua liberdade
E faço um registo de improviso

10/9/2012

Neste bosque cerrado
Entre a folhagem iluminado
Escorrem fios de cascatas
Penetrando numa lagoa
Plena de vida e cor
Neste cenário fresco e cálido
Vejo uma tela surrealista
Pintada com muito amor

9/9/2012

Há uma mágica atmosfera 
Neste lago azulado
Neste céu mesclado
Neste sonho nesta quimera
Há flores ladrilhando o chão
Exalando essência de amor
Há um doce sabor misturado
Que torna meu coração apertado
Ai...Quedar-me aqui continuamente... 
Quem me dera!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


8/9/2012

Abram alas à nossa passagem
Que é tempo de aventura e diversão
Deixem que passemos nós pelo tempo
Brindemos à amizade à alegria
Viva a risada viva a folia
Viva à tela  pincelada
Que nos pintalga de euforia o coração

7/9/2012

Não me teçam teias
Não me tirem a minha razão
Que logo o céu me vem brindar
Com lindas pérolas
Deixadas p'las chuvas de Verão

6/9/2012

Perco-me  a sonhar
Vejo o sol e o céu
Estrelas a brilhar
Perco-me a sonhar 
Porque meus sonhos
Ninguém mos pode tirar

5/9/2012

Para onde vão em galopada
Em passo de dança no areal
Vêem no limiar da alegria
Desfrutar os sobejos de Verão

4/9/2012

Assente sobre pedras douradas pelo sol
Sem cadeias ferrolhos ou aldraba
Aclamo o Rei e tomo de assalto 
A paisagem que a natureza me brinda

3/9/2012

Divina iluminação
Serás minha escrava minha servidão
Serei eu tua rainha
Teu regaço será meu pouso
Meus desejos tua vontade
E por ordem minha
Apaziguarás meu coração

2/9/2012

Visões da natureza me entorpeçam 
E no meu divagar 
Há sonhos a germinar

1/9/2012

Entre a folhagem verdejante da natureza
Aguarda a doce musa em letargia
Que a fresca brisa venha de mansinho
Acariciar seu corpo desnudado 
Murmurando louvores à sua beleza

31/8/2012

Escuto atenta a melodia
Permaneço em paz e harmonia

30/8/2012

Aqui esquecida solitária
Resguarda o amo da má sorte 
E se o infortúnio à porta bate
Vai mal o agoiro, não se diz azar
Que o amuleto da má sorte
Está presente pra o ajudar


29/8/2012

Gotas são lágrimas são sorrisos
São carícias silenciosas
São amargas e dolorosas
São sonhos que navegam
Segredos por desvendar
São pedaço de vida 
Que me vêem beijar


28/8/2012

Sim! Quero este silêncio 
Pedaço de vida que me vem abraçar

27/8/2012

Linhas convergentes
Em caminhos estreitos
Recordam-nos vielas
Que o tempo encerrou