quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


5/11/2012

O tempo não apagou o vazio de criança
E uma lágrima tímida permanece sem esperança

4/11/2012

Quero ser como tu
Despida de memórias 
Ausente de lembranças
Viver na ignorância
No teu inocente viver
Colher doces momentos de prazer

3/11/2012

Serei meu sol meu mar minha lua
Serei cascata que alimenta o riacho
Serei corpo e alma que tudo sente
Louca sonhadora...mas serei tua

2/11/2012

Levo nas mãos emoção
Felicidade no olhar
Se tudo não for suficiente
Prá meninice reencontrar
Enrosco-me no meu sonhar
E assim bem pequenina
Ignoro a idade 
E sempre menina irei ficar

1/11/2012

Nada mais doce que morangos salpicados com afagos de amizade

31/10/2012

Prosa verso poesias
Cifras símbolos e letrinhas
Relatam histórias de corpo e alma
Pra quem quer ler nas entrelinhas

30/10/2012

Ilusão restaurada numa vida abolida

29/10/2012

Não sei viver assim numa vida incolor
Ausente de paz e amor

28/10/2012

Teço meu refúgio onde me abrigo
Aprisiono fragmentos de afectos
Peço à vida mais vida
E à esperança mais uma vez dou guarida

27/10/2012

Miro o horizonte e busco no mesmo um doce encantamento...

26/10/2012

Mais uma vez puxo as redes que outrora lancei
Mais uma vez minhas lágrimas se unem ao mar
Mais uma vez recolho redes de esperança
E com a inocência de uma criança
Acredito na esperança
E recomeço mais uma vez

25/10/2012

Roçando o limite do momento
Na penumbra de um olhar

24/10/2012

Não és cravo nem és rosa
És flor anilada
Sem espinhos e perfumada

23/10/2012

Bendita a chama que incendeia os amantes
Neles poisa a magia de momentos de encanto

22/10/2012

É arte é encantamento
É magia é talento
Ou puro desalento
De aptidão não reconhecida...

21/10/2012

Caminhamos juntos por trilhos de delírios

20/10/2012

À vida enraizada
De verde esperança cercada
Fertilizo em mim a ousadia
De o presente sem receio viver
Não projecto o futuro
Evito mirar o passado
E alegremente
Vivo o presente sem o temer
De alma sã extravaso emoções
Partilho sorrisos em solfejos de amor  
E vivo o presente sem temor
E nesta floresta de troncos bordados
De verdes mesclados em explosão de luz e cor
Agradeço ao Divino o privilégio de viver
E vivo o presente sem o temer

19/10/2012

Vida regelada lamentando meus ais
Morrendo repousante em borbulhantes caudais

18/10/2012

Me enlaçaste poeta trovador
Em trova cativante te acompanhei
No teu traje burlesco
Um louco Carnaval inventei
E numa viagem teatral 
Memórias ao vento lancei

17/10/2012

Em prado verde despertaste
De tal letargia entorpecida
Trajado à medida
Convidas o Outono a acordar prá vida