segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Aguardo o raiar do dia
E com ele o vosso despertar
Quero eternizar este dia
Por longos momentos em vosso colo me aninhar
Moldar o tempo; fazê-lo recuar
E no meu colo de mãe vos embalar
Com amor, reconhecida; à vida agradecida
Hinos de louvor irei cantar
Celebrando a fonte da vida com alegria
Em cada chegada em cada partida
Hoje e sempre vos irei amar
terça-feira, 23 de abril de 2013
Do Inverno à Primavera...
Desfiei lamentos que meu coração torturou
Ultrapassei sofrimentos...Calei minha boca
Viajei sem rumo quase louca
E no intervalo do tempo
Em que o gelo gelava meu corpo
O sol meu coração esquentou
Surda prá maldade ecoei hinos de alegria
De alma fortificada sacudi a mente
E renovada acordei prá vida definitivamente
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Sinto-me perdida numa ilha deserta à muito esquecida
Morrendo de tristeza dor e solidão
Meu coração é fogueira apagada desvanecido de negras cinzas e escuridão
Hoje sem foto....
Olho em redor e vejo a vida de demónio mascarada
E quão injusta pode ser a vida...
E eu.. de sonhos quase extinta...agarro-me ao sonho factível
E em suave ritual desfaço o nó que me emudece
E um silêncio agudo ecoa por fim dentro de mim
Não estou só! Conheço a grandeza do amor e da amizade
São minhas as palavras imperativas que me impulsão a viver
Não me furtaram as asas nem a voz nem a liberdade de assim ser
Entrego-me na alva paz, repasto-me no verde esperança
E neste bem-estar entorpecido sorvo o ar e digo p'ra comigo
Sou fortaleza em dor mergulhada mas não me roubaram a voz
Serei lágrima caída... abandonada...serei tudo.. serei nada
Não obstante sem embargo alcançarei minha foz
sexta-feira, 12 de abril de 2013
No caudal da ria
Pernoitam embalados pela fresca brisa
Os Moliceiros
Nesta cidade de luz inundada
A noite faz-se calma...
Por hoje.. que, nas noites de veraneio
A juventude toma as ruas de "assalto"
E brinda à vida e goza a jovialidade
Os Moliceiros passeiam namorados
De mãos e corações entrelaçados
E sonham sonhos sonhados...ou ainda por sonhar
Aveiro, Veneza de Portugal
Cidade de enorme beleza
Assim que meus olhos avistam
Tua beleza refletida
Sinto dor só de pensar na hora da partida.
Pernoitam embalados pela fresca brisa
Os Moliceiros
Nesta cidade de luz inundada
A noite faz-se calma...
Por hoje.. que, nas noites de veraneio
A juventude toma as ruas de "assalto"
E brinda à vida e goza a jovialidade
Os Moliceiros passeiam namorados
De mãos e corações entrelaçados
E sonham sonhos sonhados...ou ainda por sonhar
Aveiro, Veneza de Portugal
Cidade de enorme beleza
Assim que meus olhos avistam
Tua beleza refletida
Sinto dor só de pensar na hora da partida.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Dias passados...Dias eternizados...Retalhos de vida feitos de memórias que as paginas deste livro vão aconchegando e que eu sempre irei recordar.
Do meu projecto do ano de 2012 " one day, one photo and some words". Nasceu este livro que me deu imenso prazer compor.
Partilho-o com muito gosto. Espero que gostem tanto como eu :)
Muito obrigada. Beijinhos e felicidades.
quinta-feira, 7 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
http://anapaulasousasimoes.wix.com/momentos-de-ana#!http://anapaulasousasimoes.wix.com/momentos-de-ana#!
Meu site na Wix...Ficou perdido no tempo... Espero tempo para o cuidar e fazer crescer :)
Meu site na Wix...Ficou perdido no tempo... Espero tempo para o cuidar e fazer crescer :)
segunda-feira, 4 de março de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Prisioneira...
Conheci a dor da maldade humana...
No abandono da infância peregrina
Na insaciável maldade de palavras cínicas
Nas chagas deixadas por silencio sofrido
Nos momentos vários e fugazes da vida
Conheci a maldade humana acreditando na bondade Divina
Anestesiei a dor sempre sorrindo, pra não ferir o inimigo
Chorei decepções em cânticos de lamento
Enterrei a crueldade e amarrei o tormento
Acreditei na metamorfose da maldade como por encantamento
Evitei conflitos à toa, calei a dor, a violência a desilusão
E sem resposta encontrada, travei a revolta recalcada
E dessa maldade que anda à solta senti compaixão
Que por inveja, frustração ou demência
Esqueceu o amor ao próximo e com maldade rege seu coração
E eu...Vivênciando tristezas e alegrias dominei frustrações, refreando euforias
De espírito e alma aberta, esperando a medida certa
Numa balança acertíva pesei emoções
Nos pratos descompensados vi dias desperdiçados
Por banalidades valorizadas, por um tudo que não é nada
Busquei continuamente o equilíbrio entre o espírito e a matéria
Vida de amor e luz, aonde a complacência me conduz
E crente no Omnipresente sem do caminho me afastar
Senti o necessário equilíbrio, pra suportar os tombos a que a vida me levar
© Ana Sousa Simões
© Ana Sousa Simões
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sempre haverá tempo...
Um dia o irei encontrar
Como fruta madura
Pronta a saborear
Terei muito tempo um dia
Quando a velhice chegar...
Viverei sem horas marcadas
Em memórias coloridas
De uma vida já gasta
Recordarei o tempo
De um passado cheio
De sorrisos e pranto
E em cada ruga vincada
Recordarei uma vida que amei tanto
E no tempo com tempo
Povoado de solidão
Mente confusa e corpo corruído
Cismarei em primaveras extintas
E numa narrativa desconcertada
Com voz rouca imperfeita
Recontarei histórias passadas
E o tempo irá correndo tão devagar
E eu permaneço sua serva
Sem lugar nenhum pra chegar
E nesta quietude sem pressa
Na penumbra da memória
Na monotonia do meu olhar
Busco o que fui na lonjura do tempo
E nesta injusta amargura
Ao tempo, sem tempo...
Para sempre me irei entregar
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Vai longa a noite
O vento sopra e a chuva cai
Escuto-a através das vidraças
Quedo-me em silêncio de respiração suspensa
Ausculto meu coração
Fala-me de revolta, angústia, tristeza
Raiva muda…algemada amordaçada
Vai longa a noite…
Calei minha vós desmemoriada
Onde estão as palavras que perdi...
Reflicto...careço de força, careço de mim
Imutável neste impasse...Tentei e não consegui
Sem forças, sem esperança… Desisti
Vai longa a noite…
Sossego meus olhos lacrimejantes
Mal sinto meu respirar de exaustão e desalento
E a noite vai longa…
Brilham os primeiros raios da manhã
O dia desperta gélido. Porém repleto de vida
Acerca-se para me mimar
Devolve-me a alento que a escuridão afugentou
E um grito de força penetra em mim
Vociferando Vitória! Teu sofrer chegou ao fim
E na ilusão deste troféu
Avanço determinada num súbtil caminhar
Renegando ver que é chegada a hora de acordar
domingo, 13 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
31/12/2012
Soam as doze badaladas... É dois mil e doze que se despede...
Escrevi palavras que poucos entendem... Saíram do âmago do meu ser,falavam de dor nua e crua, de desilusão...mas também de amor, amizade e de bem-querer, de conquistas e derrotas, de fragilidade e coragem...Relato de vida a tantas idênticas. O ano findou e para trás tudo é passado.
Dois mil e treze acaba de chegar. São muitos dias, anos minutos e segundos...
Prometo! Semear o verbo amar
Toda a banalidade desvalorizar
Recolher o meu quinhão de paz e amor
Contra obstáculos teimosamente lutar
E eternamente grata, aproveitar
Tudo que a vida generosamente me ofertar
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