domingo, 30 de outubro de 2011
As estrelas da Serra
Amanhce devagarinho
E estrada fora avanço
Direção: Serra da Estrela
Só quando a avisto descanço
É sublime o panorama
Deste canto de Portugal
Onde o Outono pinta a rama
De ocres quentes sem igual
A aragem sente-se fria
A chuva murmúra baixinho
A neve está a chegar
Os Cântaros encobertos de bruma
O silencio magistral
Imperam nesta montanha
Uma magia sem igual
Sinto-me menina e vou brincando
Saltito de penedo em penedo
Decifro os Deuses de pedra
Acarício a árvore despida
Percorro os caminhos do Zêzere desitratados
Pisco o olho ao céu de nuvens carregado
É a esperança renovada
Da mão amiga de Deus
Consertanto os erros por nós aplicados
Em plenos pulmões gritarei
Parai por favor parai
Vigilantes devemos estar
Se assim continuarmos
Onde toda esta beleza irá parar???
Ana Simões
No Covão D'Ametade onde corria o rio Zêzere caminhei por não haver poça de água
A Barragem de Vale do Rossim quase igual...
É triste ver assim o nosso "mundo"
Há que o cuidar melhor se não o queremos ver morrer...
O homem é o único "animal" que destroi o seu próprio habitat :(
Amanhce devagarinho
E estrada fora avanço
Direção: Serra da Estrela
Só quando a avisto descanço
É sublime o panorama
Deste canto de Portugal
Onde o Outono pinta a rama
De ocres quentes sem igual
A aragem sente-se fria
A chuva murmúra baixinho
A neve está a chegar
Os Cântaros encobertos de bruma
O silencio magistral
Imperam nesta montanha
Uma magia sem igual
Sinto-me menina e vou brincando
Saltito de penedo em penedo
Decifro os Deuses de pedra
Acarício a árvore despida
Percorro os caminhos do Zêzere desitratados
Pisco o olho ao céu de nuvens carregado
É a esperança renovada
Da mão amiga de Deus
Consertanto os erros por nós aplicados
Em plenos pulmões gritarei
Parai por favor parai
Vigilantes devemos estar
Se assim continuarmos
Onde toda esta beleza irá parar???
Ana Simões
No Covão D'Ametade onde corria o rio Zêzere caminhei por não haver poça de água
A Barragem de Vale do Rossim quase igual...
É triste ver assim o nosso "mundo"
Há que o cuidar melhor se não o queremos ver morrer...
O homem é o único "animal" que destroi o seu próprio habitat :(
sábado, 29 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Desfiladeiro del Cares
Entre Poncebos e Caín palmilhamos o desfiladeiro del Cares
Sucedem-se curvas e "grutas" perpsectivas vertiginosas e paisagens deslumbrantes
De baixa dificuldade, não obstante os 24 Km (ida e volta) é um dos percursos mais
concorridos dos Picos da Europa.
Carregadas as energias e plenos de satisfação, desfiamos asfalto estreito e empoeirado,
contornamos montanha, avistamos o rio Cares e, embriegados por tamanha beleza
aí vamos nós em romaria, redescobrir "a garganta divina".
Tem lugar cativo o "rabeco" que espera doçuras dos caminheiros
E não há quem não resista em imortalizar o momento num registo fotográfico.
Mas o "rabeco" é esperto e se não lhe dás nada que se delicie, presenteia-te com uma "marradinha"
Ofereço-lhe as minhas sementes de girasol e ele agradece-me com miminhos.
A jornada chega ao final. Cansados mas muito felizes é hora de regressar que amanhã há que descobrir outro lugar.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
É Urgente Viver
A vida é uma aventura…
Entre rectas e curvas
Se vai percorrendo a vida
Preta, cinzenta, branca
Ou de mil cores colorida
Vertiginosamente emocionante
Languidamente esmorecida
Alucinante apaixonante
Majestosa ou mendiga
Assim é a vida…
É bela a vida!
Vem daí Vem vivê-la
Não fiques a vê-la passar
Anda apressa-te
Não temas tropeçar
Logo te ergues
Não desistas, vive a vida num todo
Também há vida no lodo, mas…
Vem á superfície e banha-te
Numa queda de água pura e cristalina
Vê… o mal já lá vai levado na corrente forte
Que importa se para sul ou para norte
Vai…á sua sorte… levado pela corrente
E tu limpo de corpo alma e mente
Ergues teu olhar... e teu coração sente
Tal cavaleiro lutando por sua moura amada
Vences o mal na ponta da espada
E na garupa de cavalo alado
Tu e a VIDA nele montado
Galopam pela estrada asfaltada
De felicidade beleza aventura
Amizade amor e ternura.
Vive a Vida!!!
Entre rectas e curvas
Se vai percorrendo a vida
Preta, cinzenta, branca
Ou de mil cores colorida
Vertiginosamente emocionante
Languidamente esmorecida
Alucinante apaixonante
Majestosa ou mendiga
Assim é a vida…
É bela a vida!
Vem daí Vem vivê-la
Não fiques a vê-la passar
Anda apressa-te
Não temas tropeçar
Logo te ergues
Não desistas, vive a vida num todo
Também há vida no lodo, mas…
Vem á superfície e banha-te
Numa queda de água pura e cristalina
Vê… o mal já lá vai levado na corrente forte
Que importa se para sul ou para norte
Vai…á sua sorte… levado pela corrente
E tu limpo de corpo alma e mente
Ergues teu olhar... e teu coração sente
Tal cavaleiro lutando por sua moura amada
Vences o mal na ponta da espada
E na garupa de cavalo alado
Tu e a VIDA nele montado
Galopam pela estrada asfaltada
De felicidade beleza aventura
Amizade amor e ternura.
Vive a Vida!!!
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