quinta-feira, 13 de março de 2014

Restos

Deixei passar o prazo
E entre o não devo e o não posso 
Perdi algures o hiato da existência
E o tempo passou... apressado
Imparcial, abnegado sem pedir licença
Numa indolência passiva exterminando a vida
Desmoronou sem compaixão juventudes floridas
Aniquilou cânticos  de amor, ilusões, lautos sonhos, fantasias...
Sem escárnio ou mágoa, em volteios de dança esperançada 
Reúno  os destroços de existência. E num relato de esperança
Meu ledo coração de ilusão distraído... fértil em ternura e afeição
 Em luxuosa festa fecunda alegria.

3 comentários:

Kalinka disse...

Ora bem,
hoje vim espreitar pela 1ª vez o teu lindo espaço.

Venho dizer-te que gostei do comentário que deixaste,
pois acho a forma mais correcta de seguir um blogue - é mesmo, começar pelo inicio!

No caso do meu blog de viagens, tenho mesmo a certeza que irás, viajando tb ...
já que de outro modo é mais difícil
Nunca emprego a palavra impossivel.
Digo complicado, difícil
...
Eu tenho 3 formas de viajar.. sonhando acordada, observando imagens e viajar a sério.

É mesmo muito interessante, ver a grande diferença entre povos.
Os povos mais pobres acabam sendo mais felizes e "pintam" a vida de tanta cor...podes crer!!!

Obrigada pelo comentário.
Vem "viajar" através dos meus olhos e sentidos, sempre que queiras.
Beijinho

Kalinka disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
ñOCO Le bOLO disse...


Tienes fotos muy hermosas.

· saludos

· CristalRasgado · & · LaMiradaAusente ·