segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


11/2/2012

Ancorada á vida
... De alma leve e desperta
Sob este céu anilado
Onde a quietude espreita
Solto a revolta
Afogo a dor de qualquer maleita
Desprezo a injustiça
Deixo a maldade alheia abandonada
Consciente e na minha pequenez
Sigo caminho sorrindo feliz
Brindando a vida
Á vida ancorada
 

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