segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012



5/2/2012
Sob véus de cetim me deito
Desfaço minhas revoltas solto meus ais
Tenho o sonho como conforto
A força que me impele como conselheira
E nas ondas do pensamento
Abafo meu fraco grito
Permaneço deliciada extasiada
Em ausente melancolia
Saciada e já vencida
Louvo ao Criador a guarida

Sem comentários: