sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sou eu!


Ai que saudades tinha de mim...
Sou eu!
Menina em corpo de mulher, nua de crueldade vestida de simplicidade
De cabelos desalinhados, soltos ao vento... libertando sonoras gargalhas, recusando-me a mais sofrer
Num ultimo grito, esvaziei discursos recalcados e cancelei encontros agendados com lágrimas, dor, tristeza ou decepção 
A partir de hoje só aceito amor! Quero beijos e abraços, afagos de amizade...
Estima, fraternidade, simpatia e afeição... É que nem aceito outra opção!
Não tenho coordenadas nem bússolas ou mapas...seguirei o trilho, animada
 Ainda que sem resposta encontrada, viverei feliz, que a vida não pode ser adiada
Vou seguindo o rumo pela desiquilibrada estrada
Dispensei o desassossego, matarei medos à nascença e de pé aplaudo a vida
E nesta mutação esqueço a frustração e rumo  à evolução
Pesando emoções numa balança afinada
Aliviada de alma leve,  livre e desperta
Inspiro o ar da manhã... o sol desponta e é minha a festa!






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