quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

23/1/2012

Prisioneira de tempos esgotados
Que cismam permanecer
Destroços sofucados
Sentimentos magoados
Que o coração teima não esquecer
Entre lágrimas e silêncios
Entre gritos abafados e absurda letargia
Renego a veracidade
Rendendo-me ás falácias da vida
Prossigo serena em doce melancolia
E com ousadia
Expando saudade da vida que não vivi
 

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