sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


31/12/2012

Soam as doze badaladas... É dois mil e doze que se despede...
Escrevi palavras que poucos entendem... Saíram do âmago do meu ser,falavam de dor nua e crua, de desilusão...mas também de amor, amizade e de bem-querer, de conquistas e derrotas, de fragilidade e coragem...Relato de vida a tantas idênticas. O ano findou e para trás tudo é passado. 
Dois mil e treze acaba de chegar. São muitos dias, anos minutos e segundos...

Prometo! Semear o verbo amar
Toda a  banalidade  desvalorizar
Recolher o meu quinhão de paz e amor
Contra obstáculos teimosamente lutar
E eternamente grata, aproveitar
Tudo que a vida generosamente me ofertar

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