quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


15/8/2012

Segreda ao meu ouvido
Em terna entoação
Que frágil ave aprisionaste
Dentro do teu coração
Segreda-me uma vez só
A quem roubas-te a liberdade
Sem piedade nem dó
Privando-a de viver
Segreda-me uma vez só
Depois...Já  podes morrer

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